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RAZÕES PARA FICAR EXPECTANTE
Por Geraldo Lino da Silva
Sacerdote Expectante do 2º Grau
Mestre-adjunto Regional da GOCPL,
Joinville-SC

Há cerca de 30 ou 40 dias, durante os preparativos para o nosso 3º Encontro Expectante, eu disse ao Patriarca, meio sem jeito: “Thoth, tenho meditado muito nos últimos meses... Observei atentamente a paisagem e... (tomando coragem) eu gostaria de ser reconsagrado ao sacerdócio do 2º grau. O que você acha disso?”. Antes mesmo que pudesse explicar as minhas razões, senti vir do outro lado da linha uma reação muito positiva de meu interlocutor, que respondeu: “Meu filho, a gente não consegue mais fazer surpresas pra você, porque você pega no ar as coisas... Esta é uma das surpresas que Ischaïa e eu preparávamos pra ti. Fique tranqüilo, pois sua confirmação já está incluída na programação do evento”.

Este é o momento de fazer um parêntesis e render as devidas homenagens. Antes de ingressar na Egrégora Expectante, militei em outras ordens e igrejas. Recebi, com a graça de Deus e permissão dos Mestres, muitas sagrações e ordenações. Não, Carolei, não sou colecionador de bulas e patentes e não desejo enumerar nada disso aqui. Quero apenas citar que, voltando a fita, dias atrás, percebi que a primeira de minhas Iniciações completou 30 anos no último 6 de agosto. Como bom discípulo, não me resta outra coisa a dizer: amo muito o caminho que me trouxe até aqui. Por todos os tombos, derrotas, sacudidas, broncas homéricas, por todo o choro, a todos os meus iniciadores, mestres, instrutores e orientadores, muito obrigado!!! O Anjo da Providência me concedeu o privilégio de ter tido sempre seres espiritualizados por perto de mim, em caridosa e carinhosa observação, correção e condução. Tornei-me, enfim, um soldado e jurei servir ao Amigo de Deus. Cá estou, de pé e à ordem.’.

Voltando, chegou o dia da cerimônia. Elevadíssima vibração, compromisso reforçado, votos renovados, promessas ratificadas, Alta Magia. Sentimento de ter feito o necessário na hora precisa. Sensação pretensiosa de que ali, prostrado diante do Mestre, recebendo a TRANSMISSÃO, era um indivíduo representando a todos os meus Irmãos Expectantes.

Pela primeira vez na história da Igreja um Patriarca reconsagrava um sacerdote. Como é comum nos meios iniciáticos, havia sensitivas presentes no ritual. Uma delas relatou suas visões ao grupo: “Tive uma vivência na confirmação do Geraldo. Não sei o que significa, mas eu vi, pequeno, não era muito grande não... Um ser de barbas longas, um velho, como aquele (mago) de O Senhor dos Anéis, um ancião... Atrás dele. Pequeno... Não era grande não, a imagem... Depois, saíam luzes desse ancião... E em outra hora o Geraldo estava com um capuz. Não sei o que significa...”.

MISSÃO AMPLIADA
Mas Ischaïa e Thoth tinham mais planos para mim. Em conversa reservada, no Templo Cedaior, num dos intervalos, perguntaram-me se eu aceitaria ser Adjunto da Coadjutoria e do Patriarcado. Noooooossa! Com um nome assim tão pomposo, fui logo lembrando ao casal Patriarcal que a Egrégora Expectante, felizmente, conta com muitos encarnados infinitamente mais bem preparados, com mais cancha, quilometragem, traquejo e merecimento. Meus argumentos não surtiram efeito nem lhes diminuiu o interesse. Insisti: “Mestre, vocês, com isso, estão me colocando no centro do alvo”, alusão à volúpia e cobiça que a nossa Igreja desperta em certos seres. Nada. Ischaïa acrescentou: “Para ser adjunto você só precisa fazer o que você já vem fazendo e, talvez, um pouquinho mais”. Huummm... Revisei, então, em segundos, minha breve trajetória dentro da Egrégora. Lembrei-me da instrução fundamental: o objetivo da Igreja Expectante é tornar homens e mulheres mais conscientes de si mesmos. Muito bem! Ainda assim, ousei arguir: “Mestre Thoth, antes de me fazer esse convite o senhor consultou aqueles que estão ali, no altar?”. Apontei para a imagem do Divino Mestre, tendo logo abaixo Dele as fotografias do MEM Philippe, de Cedaior e de Sevãnanda, ladeados pela figura do Anjo do Verbo. “Eu não faço nada dentro da Igreja sem a aquiescência Deles”, retrucou Thoth, com muita tolerância e compreensão.

Sendo assim, pensei, quem sou eu para fugir, para negar-me? Fiat voluntas tua. Quem poderia, em sã consciência, intimidar-se, recolher-se diante de tamanha expressão de confiança? Nosso Senhor Jesus-O-Cristo também escolheu os pequenos para auxiliá-Lo. Agradeci, consultei os hemisférios e decidi: “Em Lyon, diante do túmulo do Mestre Philippe, no Cemitério de Loyasse, dois anos atrás, prometi ao Céu e a mim mesmo tornar-me, um dia, digno de ser chamado um soldado do exército Dele. Como poderia eu agora desperdiçar a oportunidade que me estão dando? Cathia, minha companheira de jornada, você me ajuda?” (Sim, respondeu ela, baixando levemente a formosa cabeça). Olhei para a Matriarca e para o Patriarca e disse: “Aceito, Mestre... Aceito, Ischaïa. Aqui estou, continuo, de pé e à ordem, na medida de minhas forças e imperfeições”.

No dia 3 de agosto de 2008 minha nomeação como, vamos lá de novo, ADJUNTO DA COADJUTORIA E DO PATRIARCADO, foi registrada na Ata de nº 39 do Livro da Igreja, cuja lavração foi iniciada pelo próprio Swami Sevãnanda, segundo o disposto na Ata de nº 28. Como você pode ver e sentir nesta página, Carolei, eu só preciso de UMA, mas estou cercado de razões, internas e agora externas, incontáveis e incomensuráveis razões para ficar e trabalhar. Que meu discipulado possa ser útil à Obra e ao Plano. E você, a quem você vai servir?

   
 

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