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Dia Sarva em BH

(A homenagem a George Kritikos,
o romeno que adotou o Brasil)


Sábado, 23 de agosto, dia de homenagem ao Swami Sarvananda. Sala cheia, muitos rostos conhecidos e um clima de alegria, leveza, harmonia. Doce aroma de incenso indiano.

Neide e Fabiano (Bhaktidasa), discípulo, amigo, companheiro e sucessor de Sarvananda na Sarva Yoga abriram o evento. Em seguida, uma breve meditação e o Swami Satyananda dissertou sobre Samadhi ou êxtase cósmico.

Em depoimento, o Dr. Mário Teles, amigo do Mestre Sevãnanda (aquele a quem SSS confiou a correção de seus livros), relatou seu primeiro contato com o Sarva e como se tornaram amigos depois do “estranhamento do primeiro contato”. Foi um relato carregado de humor e amor. Recebeu muitos aplausos e carinhos dos familiares do homenageado.

Após o intervalo para o almoço,

Thoth, em um momento muito inspirado e feliz, relatou fatos de sua vivência com o Sarva. Sua chegada ao Monastério AMO+PAX, como foi recepcionado, a convivência e o pacto de apoio mútuo, que sempre foi respeitado e continuará, pois o que se faz com consciência e responsabilidade permanece. Muita emoção e aplausos ao fim da palestra.

Um momento de ternura e beleza foi quando Estela, filha do Sarva, rememorou fatos de sua infância, tão comum e tão extraordinariamente diferente. Sua mocidade em Betim-MG, cidade provinciana na época de seu pai, homem de estatura mediana, cabelos compridos e com uma tirinha amarrada na testa, morando em uma casa cheia de plantas, animais e gente, muita gente, que ele e Daya ajudavam, abrigavam e protegiam. Com muito humor, Estela contou que eram conhecidos como a “Família Adams” da rua. Com lágrimas nos olhos e sorriso nos lábios, lembrou como foram criados e educados. Nessa hora conhecemos um pouco do Sarva pai: rígido e doce, exigente e compreensivo. Estavam presentes alguns dos parentes mais próximos.

Falar de Sarva, tem que falar de Daya. A Isabel, com muita propriedade, declamou “Quem é Daya”.

Mostras de vídeos encantaram a todos que viveram e aqueles que ouviram falar dos sonhos Monastério AMO+PAX e Comunidade Mãe d’Água que, após terem cumprido suas missões e papéis, adormeceram no mundo físico.

Muito encantamento na viagem à Índia que nosso querido Swami realizou com duas mudas de roupas, poucos dólares e uma vontade enorme de reencontrar seu passado.

Por fim, Maria Inês Lima falou de seus 22 anos de aprendizado e vivência com Sarvananda. Falou de seu trabalho na Alemanha e proporcionou um magnífico momento de relaxamento.

Um concerto de música clássica fechou com chave de ouro esse dia tão auspicioso.

 

 

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