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O respeito à religião do próximo
(Por Ischaïa, 4ª Matriarca Expectante)


            A Igreja Expectante tem por norma respeitar todas as pessoas e seus credos.

 

            Por respeito consideramos reverência, tratar com consideração, acatar e respeitar a diversidade, não ofender, admitir os direitos e valores de outrem. Isso, todavia, não quer dizer que praticamos todas as maneiras de reverência ao Altíssimo. Podemos até participar de algumas formas de culto, desde que sintonizadas com nossa Egrégora, pois, como sabemos, todas as religiões possuem vibrações inerentes aos seus cultos e rituais.

            Nossa Igreja nunca tentou impingir sua filosofia a ninguém. A prova disso é que quando morávamos em um trailer convivíamos em campings e jamais alguém foi abordado no sentido de querermos catequizá-lo.

            Primeiro, por respeito ao próximo. Segundo, porque não cobramos dízimos. E, também, quantidade nunca foi interesse da Igreja Expectante. Quem tem fome que procure seu alimento. Como essênios que somos, não é de nossa filosofia fazer proselitismo ostensivo e grande divulgação, mas quem bate a nossa porta certamente encontrará a essênia acolhida. Nossa maior propaganda é nosso modo de ser, o esforço que fazemos para lapidar nossa pedra bruta e a maneira como atendemos com amor e atenção aos que nos procuram.

            Diferentemente de algumas filosofias religiosas que estão na mídia, a Igreja Expectante, que já conta com 90 anos de fundação, continua sua jornada como uma violeta: humilde, discreta e muito bela. Respeito é isso.

            Nossos sacerdotes e sacerdotisas são pessoas que convivem profissionalmente e socialmente com todos e o que faz a diferença é seu procedimento e maneira de ser.    Infelizmente, nem todos os segmentos religiosos procedem assim. Vejamos: Todos os meses uma senhora que não conhecemos pessoalmente e que mora em São Paulo envia um envelope cheio de mensagens. Ela se preocupa com nossa salvação e diz que nos ama. Vejo isso como zelo religioso. Ela aprendeu assim, foi induzida a viver procurando “salvar” seu próximo, ou melhor, a si própria, tentando a salvação dos outros. É uma maneira cômoda e fácil de cumprir sua missão, que julga muito importante. É o apostolado dela.

Fico pensando... Para quantas igrejas, seitas, grupos ela também envia mensalmente o envelope recheado de idéias pré-concebidas, palavras decoradas e copiadas atacando todo mundo que não compartilha com ela a mesma linha de pensamento, que não trilha o mesmo caminho, a mesma estrada?...

Qual será o destino de tais mensagens? Leitura, mudanças de atitude, lixeira? Muito respeitosamente, dou um fim que acho digno e ecologicamente correto: reciclo. Uso como rascunho e, algumas vezes, envelopo o Semeador.

            Aprendi com meu querido Mestre que não devemos jogar no lixo escritos, símbolos, figuras e formas sagradas, mas isso é assunto para outra oportunidade.

 

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