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O BATISMO E OS PADRINHOS NA IGREJA EXPECTANTE


Na Igreja Expectante o Sacramento do Batismo é considerado fundamentalmente como uma cerimônia que tem o efeito REAL de colocar na alma do ser potências de três ordens vibratórias estimulantes da vida psíquica, nas funções seguintes: 

a) As de relação inconsciente com os anjos, que se produz nas crianças de 0 (zero) a 7 anos; 

b) As de relação semi-inconsciente com os anjos, com as almas humanas afins, encarnadas ou não, bem como o desenvolvimento das possibilidades devocionais, de intuição e inspiração, que só poderão se desenvolver quando o ser humano tem ou recebe a instrução religiosa elementar, ou seja, Catecismo Infantil (Expectante ou outro), bem como o exemplo da oração, no Lar que o cria, ou em que vive, se for adulto ou maior de 7 anos. 

c) As de busca consciente de entrega, realização ou colaboração, dirigida às formas espirituais: do ANJO EGREGÓRICO EXPECTANTE, do Chefe Espiritual da Raça ou Era e, na Igreja Visível, ao Sacerdote que serve de Orientador. Este trabalho interior consciente só pode ser feito quando o ser humano chega perto, ou mais, dos 14 anos. Isso explica que, realmente, todas as “sementes” vibratórias e espirituais que o ato do Batismo deposita na psique (ou alma) do ser humano só vão se desenvolvendo por etapas. Também explica que elas recebem confirmação aos 14 anos de idade, no Sacramento da Consagração Expectante. 

Em qualquer dos casos, não é obrigado, aquele que recebeu o Batismo, a “permanecer” no seio da Igreja Expectante. É uma semente que poderá ser cultivada e, posteriormente, plantada “em lugar definitivo”, Expectante ou não. 

OS "PADRINHOS"

Nos Batismos Infantis, a criança é apresentada ao Sacerdote na presença de duas testemunhas. Se pequenina, carregada nos braços por uma mulher que já foi mãe. Todos, neste momento, devem ser informados pelo oficiante de que a IGREJA EXPECTANTE só os considera “testemunhas”. Se eles se acham obrigados a funcionar como “padrinhos”, protegendo, criando ou educando a criança na falta dos pais da mesma, é outro assunto do qual a nossa Igreja não cogita. Portanto, antes de iniciar o Ato, é dada a oportunidade a incautas criaturas humanas de refletir sobre a participação que desejam (ou não) ter na vida do batizado. 

Profundo, belo, responsável, amplo! Meditemos sobre este posicionamento da nossa Igreja, que não obriga nada a ninguém. Pois, quantas vezes já fomos padrinhos, já vimos padrinhos e madrinhas, daquele tipo que, ao findar a cerimônia, praticamente desaparecem da vida do afilhado, reunindo-se novamente apenas em ocasiões de cunho social ou gastronômico? Sem falar daqueles que, sem perceber o que está envolvido no apadrinhamento real, simplesmente aceitam o convite, muitas vezes já contabilizando o sacrifício de gastos anuais com presentinhos e lembranças. 

Esta matéria é uma homenagem aos inspiradores padrinhos e madrinhas conscientes, atentos, amorosos e presentes. Os que compreendem sua posição de sobreaviso e, ultrapassando essa expectativa natural e confiança depositada, se propõem e se dispõem, entregam-se e integram-se, assumindo papel balizador também na vida dos pais, prováveis compadres. 

É também um alerta aos pais para que, diante da variedade, das conveniências, das aparências, agucem o poder de observação e façam boas escolhas para os primeiros passos da vida de seus filhos, começando por padrinhos que não se limitam à passividade de testemunhar.

 

 

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