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O que fazer para nos reestruturar?

Por Thoth, 3º Patriarca Expectante


O dia amanhecera incerto, nuvens plúmbeas passavam céleres tangidas pelo vento sudeste e o tempo se apresentava triste, com o céu coberto por cúmulos e nimbos. Este também era meu estado interno naquele momento, pois um mundo de incertezas atulhava todo o meu cérebro. Minha mente estava a mil por hora porque dentro de mim eclodiam miríades de perguntas que me levavam àquele estado. Felizmente, diante de tamanha pressão, uma pergunta chave sobressaiu dentre as demais: O que fazer para me reestruturar?

O quotidiano da vida material, humana, sob o ponto de vista de uma infinidade de pessoas, é insípido. Além de outros fatores conhecidos que levam à insipidez, existe um que predomina sobre os demais e este é a terrível rotina. Ela nos leva consciente ou inconscientemente a uma posição de ROBÔS. Não, não estranhem de achar ser assim, porque, se observarmos bem, veremos que agimos na maioria das vezes mecanicamente, pelo hábito de executarmos todos os dias as mesmas coisas. Este hábito pode ser considerado como uma personalidade “a mais”, comprovando com isso que fazemos quase tudo mecanicamente! Ainda bem que, nas horas de supostos prazeres, existem algumas coisas que parecem quebrar a ROTINA, nos levando a pensar e achar que estamos passando por momentos felizes, nos distraindo etc. Porém, de que forma? Comendo, bebendo, dançando, comentando a vida dos ausentes, contando anedotas picantes e uma variedade enorme de formas de divertimentos. No entanto, pergunto: Tudo isso não é uma repetição de fatos? Estes mesmos atos, não se podem considerar como rotina para muitos?

Deixo estas interrogativas para que cada qual possa responder de “Per se”. Vamos nos direcionar ao assunto proposto.

Através desta dissertação procurei SITUAR uma parte da vida normal, vida material da humanidade. Porém, ainda paira uma pergunta: O que nos leva a viver desta maneira displicente, improdutiva sob “outros” aspectos, tão sem finalidade “permanente”, tão “quimérica”? Já que desta vida material nada se leva para o outro lado? A resposta é óbvia: a falta de conhecimento e incerteza da existência de outra vida.

Não me arvorarei em querer fazer aqui com que fulano ou beltrano passe a acreditar na continuidade da vida, além da morte, mas sinto o dever de dizer que na Bíblia existem citações para dar a oportunidade de cada qual fazer a sua própria análise conclusiva. Hoje, muito mais do que ontem, as livrarias estão repletas de obras elucidativas sobre o assunto, para quem se interessar poder se aprofundar. É só questão de querer. Citarei uma obra dentre muitas: o livro “Vida depois da Vida”, do Dr. Raymond A. Mood Jr., em que reúne 150 relatos de pessoas dadas como mortas. Acho aconselhável sua leitura. Diante disso, tomo a liberdade de me eximir da matéria e voltar para o lado prático daquilo a que me propus: Reestruturar.

Procedo desta forma por saber que não adianta e nem resolve o problema simplesmente em se ter a TEORIA, pois esta pertence ao intelecto, e prática diária é outra coisa. O indivíduo pode ser uma sumidade intelectual, mas, se não conseguir eliminar a sua parte ANÍMICA, suas imperfeições internas, jamais conseguirá se elevar espiritualmente. Ou seja, ele pode até supor que está evoluindo, se elevando, mas age nesta área de estudo como certas aves que voam pelo espaço azul, descortinando os mais belos panoramas, gozando as alturas para se deliciar com o ar puro e, no entanto, depois desses vôos, retornam para se locupletar com carniças. Assim também procedem aqueles que têm conhecimentos, porém, que não venceram a Ira, a Inveja, e tantos outros sentimentos NEGATIVOS. Eis a razão precípua porque me debato tanto em procurar dar a oportunidade de a criatura compreender que só mesmo através de sua REESTRUTURAÇÃO interna é que poderá atingir os Reinos Superiores. Logo, agir de forma diferente é manter a “Luz sob o alqueire”, e todos aqueles que sabem e não põem em prática PESSOAL os seus saberes, vivendo as experiências pela prática, são pessoas que muito falam, mas não fazem o que dizem...

O processo da REESTRUTURAÇÃO INTERNA se prende à prática diária de saber ANTEPOR. O Antepor é substituir uma coisa ou cousa por outra antagônica, ou seja, procurar treinar tenazmente em substituir o ÓDIO pelo AMOR, o Ciúme pela Confiança, a Calúnia pela Omissão, o Mal pelo Bem, e assim sucessivamente com todos os outros predicados. Em síntese, treinar arduamente para substituir as “cousas e coisas” de ordem NEGATIVA pelas POSITIVAS.

Devo fazer uma advertência que muito vem a calhar: Não pensem que isso se obtém da noite para o dia. Isso não é um passo rápido. É um processo de longo prazo que depende também da persistência e HONESTIDADE de cada um.

Garanto-lhes com toda a certeza que o resultado é eficaz. Porém, ao treinar esse processo, deve-se fazer praticando uma coisa de cada vez durante muito tempo, até que realmente se sinta seguro e tenha a certeza de ter vencido aquela etapa. Só assim é que se deve passar para o treinamento de outra ANTEPOSIÇÃO.

Todos falam em vencer o EU INFERIOR. Porém, falar é fácil, difícil é realizar. Tenho a certeza e a confiança de que o método seguro e mais rápido é este que acabo de ensinar. Não tenham MEDO, vençam a PREGUIÇA MENTAL saindo do marasmo, lançando-se na luta individual, porque esta luta é só sua e de mais ninguém. A sua evolução depende unicamente de você.

O grande Avatar Crístico disse: “Aquele que quiser me seguir, tome sua cruz e me siga”. E para segui-Lo é preciso se REESTRUTURAR sendo dúctil aos ensinamentos!...

 

 

 

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