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A Consagração do Sacerdote

Por Bhogam, Sacerdote Expectante do 1º Grau


Cá estou eu Senhor meu Deus na solidão de meu retiro interior, em busca de Ti. No infindável universo em que me encontro, cerro meus olhos e ouço apenas o pulsar do meu coração, me perco em minha respiração.

Luz se faz majestosa, brilhante, quase não enxergo; há algo reconfortante nela, revitalizante, amorosa, és Tu, Senhor, de que me aproximo?

“Meu Senhor e Meu Deus”, começo assim minha oração que hoje é acima de tudo de gratidão. Que todos aqueles possam comungar comigo dessa benesse; graças lhe rendo por me encaminhar a tão amorosa e acolhedora família espiritual, sinto tua mão a me guiar.

Palavras de sabedoria são recordadas: “Situe-se, tudo é igual a tudo, cuidado com as cascas de banana, vigiai teus pensamentos”... Mestre, estás aqui?

Segui tuas palavras, amado Mestre, mas quão doloroso e escarposo é teu caminho rumo a tão alta montanha! Por que eu? Quem sou eu para questionar-te... Lágrimas de alegria e de dor, árido é o deserto da Transformação, mas não se destroça a semente para dali brotar a mais bela a útil das plantas? Muito obrigado, meu Senhor...

Visto o branco dos Iniciados, serei merecedor dele? Muito obrigado, amada Irmã. Sem ele não estaria aqui. Esta memória será levada para toda a eternidade. Em meu peito carrego a Rosa do Mestre. Em meu coração, hei de desabrochá-la um dia. Preparo-me para receber de Ti, meu Deus, nova tarefa, novo caminho, nova responsabilidade: prestes a receber a incumbência mística do Sacerdote.

“Meu Senhor e meu Deus, sou feliz porque assim o Senhor quer...”. Graças lhe rendo por tal sentimento de felicidade, dúvidas permeiam meus pensamentos, de novo. Seria merecedor? Estaria preparado para tão árdua tarefa?

Abro meus olhos, todos estão chegando, sinto o aroma do incenso místico, sinto-me em casa onde estou? Templo Valentinus... Ah! Matriarca, como é bom rever-te, minha mãe!

O Sacerdote do Templo, meu Irmão, que alegria reencontrá-lo. É iniciada então a sublime e sagrada cerimônia. Qual de nós não sentiu as asas dos Anjos? Sinto-te presente, Mestre. Não suportarei tanta alegria. “...dá tua primeira bênção!”, diz o Sacerdote. Deus me ajude, mal consigo falar e as palavras somem da boca. “Vai e trabalha...”, novo caminho começa.

Para coroar a Tua Glória, meu Deus, novas Sacerdotisas recebem a totalidade da Transmissão, e o exército da Luz ganha grandes reforços.

A emoção não é contida por todos os presentes, que assistiram ao espetáculo visível e invisível da mais alta e pura espiritualidade: o Amor.

Depoimentos repletos dele derramados em cada lágrima dos testemunhos abençoam nossa comunhão, o orvalho de nossas rosas. E assim encerra-se o evento.

Retorno leve, tranquilo e em paz, apesar de tantas dúvidas... Darei conta? Porém, com a maior certeza carrego em mim: Tu estás comigo e eu conTigo, uno-me em laços de amor com esta nobre e bela família que me aceita, e juntos vamos realizar a Grande Obra. OM ET AMÉM!

 

 

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