Cruz Expectante (r)
Página Inicial
Vida e Obra do Patrono da Igreja Expectante
Textos de ou sobre Cedaior, Sevãnanda, Thoth e Ischaïa
Biblioteca
Mapa dos Núcleos
Perguntas Frequentes
Entre em Contato
Como entrar para a Egrégora Expectante

 

 
SACERDOTISA OFICIA CASAMENTO DO FILHO
Por Geraldo Lino da Silva, Sacerdote Expectante do 2º Grau


Além de momentos de grande solidão e silêncio, a vida sacerdotal reserva surpresas e alegrias. De dois anos para cá, por exemplo, por duas vezes me vi oficiando o ritual da Bênção Post-Mortem: para meu irmão Temogim, que faleceu em Canoinhas-SC, e para um grande amigo e companheiro de lutas, em Joinville, também Sacerdote desta Igreja, que deixou viúva a personagem que ilustra o título desta matéria.
 
Ainda lidando material e espiritualmente com o desencarne do Sacerdote Otavio (clique aqui para ver), seu marido por 20 anos, a Sacerdotisa Veronica Sprung Miyata viveu papel inusitado no último dezembro, em São Paulo. Foi ao mesmo tempo mãe, sogra e oficiante no casamento de seu filho Rafael. No dia 8 batizou o casal. E no dia 10 celebrou o belíssimo ritual de Bênção Matrimonial. Rafael Carlos Rosa, 28 anos, e Carolina Aravena Ruza, 27, comprovaram estar aptos na vida civil a contrair o casamento Expectante. Fora esta, a única "exigência" que a Igreja impõe para oferecer (sempre gratuitamente) este Sacramento é que pelo menos um dos nubentes seja batizado Expectante. Mas a nora também solicitou o Batismo. Felicidade completa, restou à mamãe Sacerdotisa, por sinal elevada ao 2º Grau no último 8 de maio (clique aqui para ver), oficiar o casamento de seu caçula. Quanto contentamento. E quanto apoio se sentiu lá de cima. Da Egrégora e do falecido Otavio.
 
Apesar do óbvio envolvimento emocional embutido na programação, a Sacerdotisa relata que todos os Atos foram tranquilamente conduzidos, impregnados por uma atmosfera serena. Para quem nunca assistiu a um casamento Expectante, o ritual tem várias fases (estações). Entre as mais marcantes, aquela em que o noivo recebe uma flor e a noiva recebe um livro de anotações. A flor é para lembrar ao homem com que delicadeza deve se dirigir a sua esposa em todos os aspectos da vida. E o livro, com duas frentes, é para registrar, no dia a dia, sem cobranças e reclamações, "as grandes alegrias" e "as grandes vitórias" do novo núcleo familiar que está se formando. O que se espera é que ao longo dos anos as páginas reservadas às alegrias sejam inúmeras. Que haja sensibilidade para reconhecê-las e valorizá-las como fruto cultivado a quatro mãos, unidos. E as páginas destinadas às vitórias, que sejam poucas e úteis para que marido e mulher eventual e sutilmente possam propor mudanças de hábitos e comportamentos, num ou noutro, e lograr êxito em acordos e entendimentos para uma convivência saudável e amorosa. Porque, se assim for, o que de mais importante o casal vai levar para o resto de seus dias será o diálogo. Meditar sobre as alegrias e vitórias do casamento será útil a todos.

 

 

 

© Todos os direitos reservados © Egrégora Expectante - Site Oficial   
igrejaexpectante@igrejaexpectante.org