Cruz Expectante (r)
Página Inicial
Vida e Obra do Patrono da Igreja Expectante
Textos de ou sobre Cedaior, Sevãnanda, Thoth e Ischaïa
Biblioteca
Mapa dos Núcleos
Perguntas Frequentes
Entre em Contato
Como entrar para a Egrégora Expectante

 

 
Por que você quer ser um Sacerdote?

Por Ischaïa, Matriarca da Igreja Expectante


            Temos um formulário que chamamos de Proposta para aqueles que desejam ser Sacerdotes Expectantes.

            Ao preenchê-lo, a maioria declara que o motivo de se propor a ingressar na Via Sacerdotal é “porque gostaria de ajudar aos irmãos, ser útil aos semelhantes, espiritualmente, ser um mensageiro da luz, divulgar os ensinamentos da Igreja e seus Mestres”. Alguns enumeram também as belas virtudes do sacerdócio.

            Porém, o tempo nos demonstra que essas ideias e propósitos são, quase sempre, mera ilusão. Se não, mera busca de algo que não encontrarão aqui. Onde ficou aquele ideal, se é mesmo que ele existiu?

            Temos dezenas de Sacerdotes e Noviços que, após a tão esperada, ambicionada e buscada Consagração, desaparecem. E temos também os que, logo depois de Consagrados, já se acham coisa muito grande e passam a agir como se desligados estivessem.

            Não posso imaginar alguém se filiar a uma ordem, clube de serviço, ONG, sociedade esportiva, clube para depois sumir.

            De duas, uma: não era algo assim tão desejado, não era mesmo o que queria ou entrou só para ver e ter a carteirinha (Certidão ou Patente).

            No mundo espiritual essa curiosidade ou essa vaidade de ter só o seu “passe” nada vale, pois sabemos que cada palavra, ação ou gesto nos vão ser cobrados. Cobrado, não por ninguém. Cobrado a você próprio pela sua consciência e pela Lei do Retorno. Nesses casos, a “fatura” vai ser a apresentada pelo contador da Balança Moral a alguém que entrou na fila simplesmente para engrossá-la, atrapalhá-la, desorganizá-la, para ocupar uma vaga, ou seja, para nada que possa pertencer ao Departamento da Construtividade Divina.

            Fomos, somos e seremos responsáveis por todas as nossas escolhas, por tudo que fazemos. Não se deve brincar com o Sagrado.

            Houve um tempo em que a Igreja Expectante era muito assediada, mas esse tempo passou.

           Ainda no Patriarcado do Thoth, quando questionado, dizia: “Sou pescador. Dou linha ao peixe para ver até onde ele vai... Eu conheço muitos tipos de peixes e para cada um há a sua isca. Sou velho pescador. Não pense, Ischaïa, que sou ingênuo...”

           Uma coisa que chama a atenção é que nas redes sociais nossos amigos Expectantes, Noviços e Sacerdotes colocam sempre mensagens de outras Ordens e até das que são cognominadas como secretas. E nem uma palavrinha sobre algo referente a nossa Egrégora e nossos Mestres. Por quê?

           Já ouvi de um Sacerdote mais próximo essas palavras: “Ischaïa, a Igreja Expectante nasceu para ser pequena...” Então, respondo: por que os nossos antecessores criaram personalidade jurídica, rituais, saíram divulgando, escreveram livros e propagaram o ensinamento de Cedaior, que diz que nossa obrigação é difundir a Lei do Renascimento e a Unidade das Religiões? Se não fosse para torná-la conhecida, continuaria lá em Córdoba, não teria vindo para o Brasil, e já teria sido extinta, pois já se passaram 96 anos...

 

 

 

 

© Todos os direitos reservados © Egrégora Expectante - Site Oficial   
igrejaexpectante@igrejaexpectante.org